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Nova análise indica que Aubagio pode retardar atrofia cerebral na EMRR

Uma nova análise de dados do estudo clínico de fase III TEMSO sugere que o tratamento com Aubagio (teriflunomida) pode desacelerar de forma significativa a atrofia cerebral em pessoas com esclerose múltipla remitente recorrente (EMRR). A perda de volume cerebral é considerada um marcador importante da progressão da doença e está associada ao declínio neurológico […]

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Miomas uterinos: novo fármaco personalizável mostra eficácia em ensaio clínico

Um novo medicamento oral pode representar uma mudança significativa no tratamento dos miomas uterinos, condição ginecológica comum que afeta mulheres em idade reprodutiva. Pesquisadores da Universidade de Yale conduziram um ensaio clínico que demonstrou a eficácia e a flexibilidade terapêutica do linzagolix, fármaco capaz de controlar sintomas, reduzir o sangramento menstrual e diminuir o volume

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Tebentafusp: avanços e expectativas no tratamento do melanoma uveal

O tebentafusp vem ganhando relevância no cenário da oncologia por representar uma das primeiras terapias desenvolvidas especificamente para o melanoma uveal metastático, um tipo raro e agressivo de câncer ocular. Diferentemente dos melanomas cutâneos, essa doença apresenta comportamento biológico distinto e, por muitos anos, contou com opções terapêuticas limitadas. A chegada do tebentafusp inaugura uma

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FDA aceita pedido de novo Nilotinib para leucemia mieloide crônica

A leucemia mieloide crônica segue como um dos principais focos de inovação terapêutica na oncologia hematológica. Recentemente, a Food and Drug Administration aceitou para revisão o pedido de novo medicamento (NDA) do XS003, uma formulação que faz referência ao nilotinibe, inibidor de tirosina quinase amplamente utilizado no tratamento da doença. A decisão representa um passo

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Venetoclax mantém sobrevida livre de progressão na LLC após quatro anos

Dados de acompanhamento de longo prazo do estudo clínico de fase 3 CLL14 indicam que pacientes com leucemia linfocítica crônica tratados com a combinação de venetoclax e obinutuzumabe apresentam sobrevida livre de progressão sustentada mesmo anos após o término do tratamento. Os resultados foram divulgados pela AbbVie e apresentados durante o 26º Congresso Anual da

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Proteína sanguínea pode prever baixa resposta ao Uptravi na HAP

Pesquisadores japoneses identificaram que níveis elevados de uma proteína no sangue, chamada CTRP7, podem estar associados a uma resposta limitada ao medicamento Uptravi no tratamento da hipertensão arterial pulmonar (HAP). O achado ajuda a explicar por que alguns pacientes não se beneficiam plenamente dos vasodilatadores pulmonares e reforça a importância de biomarcadores capazes de orientar

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Ustequinumabe na artrite psoriásica: dados reais em 3 anos

A artrite psoriásica é uma doença inflamatória de evolução variável, capaz de atingir articulações periféricas, coluna, enteses e pele, e pode comprometer de forma relevante a qualidade de vida. Entre os tratamentos biológicos disponíveis, os anti-TNF ocupam posição histórica de destaque, mas o ustequinumabe, que atua na via de IL-12/IL-23 (p40), ganhou espaço por seus

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Arritmias ventriculares ganham diretrizes mais completas da ESC

O congresso da European Society of Cardiology (ESC) de 2022 marcou um ponto de inflexão no manejo das arritmias ventriculares e na prevenção da morte súbita cardíaca (MSC). Após anos de recomendações fragmentadas, o novo documento reúne evidências recentes e propõe uma abordagem mais estruturada, multidisciplinar e alinhada aos avanços em imagem, eletrofisiologia e genética

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Gonadorelina: o que é e como é utilizada no diagnóstico endocrinológico

A gonadorelina é uma hormona sintética idêntica, em composição e ação, à gonadorelina produzida naturalmente pelo hipotálamo. A sua principal função é regular a atividade gonadal em homens e mulheres, estimulando a libertação de gonadotrofinas pela glândula pituitária, o que influencia diretamente a produção de hormonas sexuais. Na prática clínica, a gonadorelina é utilizada exclusivamente

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Insuficiência adrenal é comum após adrenalectomia e requer avaliação com Cosintropina

A insuficiência adrenal no período pós-operatório é uma complicação comum entre adultos submetidos à adrenalectomia unilateral para o tratamento da secreção autônoma leve de cortisol. Dados recentes indicam que mais da metade desses pacientes apresenta queda significativa na produção hormonal após a cirurgia, exigindo acompanhamento rigoroso e, em muitos casos, tratamento temporário com glicocorticoides. Estudo

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