Daraxonrasibe (Rasonque): aprovação do FDA, estudo RASolute 302 e acesso no Brasil

Resumo rápido

  • O daraxonrasibe, de nome comercial Rasonque, foi aprovado pelo FDA em 26 de agosto de 2026 para adultos com adenocarcinoma pancreático metastático que já receberam ao menos uma terapia sistêmica prévia ou que não são candidatos a terapia sistêmica combinada.
  • É um inibidor tricomplexo, não covalente e de amplo espectro do estado ativo da proteína RAS, tomado por via oral, uma vez ao dia — uma classe diferente dos inibidores dirigidos a uma única mutação.
  • No estudo de fase 3 RASolute 302, a sobrevida global mediana foi de 13,2 meses com daraxonrasibe contra 6,7 meses com a quimioterapia de escolha do investigador, com razão de risco de 0,40.
  • A posologia aprovada é de 300 mg por via oral, uma vez ao dia, até progressão da doença ou toxicidade inaceitável.
  • Fora dos Estados Unidos, o daraxonrasibe permanece como medicamento em investigação. Na Europa, o comitê de medicamentos de uso humano da EMA iniciou avaliação por etapas. A consulta ao banco de medicamentos da ANVISA em 14 de setembro de 2026 não retornou registro para daraxonrasibe nem para Rasonque.
  • Sem registro no Brasil, o acesso ocorre por importação para uso próprio — processo que corre em nome do paciente e começa pela prescrição médica — ou pela via judicial, sempre com documentação formal.

O que é o daraxonrasibe

O daraxonrasibe, desenvolvido pela Revolution Medicines e identificado durante a pesquisa pelo código RMC-6236, é um medicamento oral dirigido à proteína RAS. O nome comercial aprovado nos Estados Unidos é Rasonque.

A proteína RAS funciona como um interruptor de crescimento dentro da célula. Quando está ligada à molécula GTP, ela está no estado ativo e transmite sinais de multiplicação; quando hidrolisa o GTP e passa a GDP, entra no estado inativo. Em tumores com mutação em RAS, esse interruptor fica travado na posição ligada e a célula recebe um estímulo contínuo de proliferação. No adenocarcinoma ductal pancreático, mutações oncogênicas de RAS estão presentes em mais de 90% dos casos, segundo o estudo de fase 3 publicado no New England Journal of Medicine.

Por décadas, a RAS foi considerada um alvo intratável: a superfície da proteína é lisa e não oferece bolsões convencionais onde uma molécula pequena possa se encaixar. Os primeiros inibidores a vencer essa barreira agem sobre uma mutação específica — a KRAS G12C — e se ligam de forma covalente ao estado inativo da proteína.

Como funciona o mecanismo tricomplexo

O daraxonrasibe segue outro caminho. Segundo a bula aprovada pelo FDA, ele se liga primeiro à ciclofilina A, uma proteína abundante no interior da célula, formando um complexo binário. Esse complexo binário se liga então ao estado ativo da RAS, aquele ligado ao GTP, formando um complexo triplo. O complexo triplo inibe a sinalização da RAS de duas maneiras: bloqueia a interação da proteína com os efetores que ficam abaixo dela na cascata e favorece a hidrólise do GTP, empurrando a RAS de volta ao estado inativo ligado a GDP.

A consequência prática desse desenho é a amplitude. O fabricante descreve o Rasonque como um inibidor multisseletivo do estado ativo da RAS, capaz de atuar sobre uma faixa ampla de genótipos comuns de RAS — e não apenas sobre uma mutação pontual. O estudo publicado descreve a ação sobre RAS mutante e RAS do tipo selvagem.

Por que o câncer de pâncreas é um alvo difícil

O adenocarcinoma ductal pancreático é um dos tumores com pior prognóstico. Em comunicado da própria fabricante, cerca de 55 mil pessoas recebem o diagnóstico de adenocarcinoma ductal pancreático por ano nos Estados Unidos e mais de 50 mil morrem da doença com o padrão de tratamento atual. Para pacientes com doença metastática, a taxa de sobrevida relativa em cinco anos é de aproximadamente 3% no país.

Esse pano de fundo ajuda a entender por que a aprovação foi tratada como marco: até agosto de 2026, os pacientes que progrediam após a primeira linha de quimioterapia tinham poucas alternativas, e nenhuma delas dirigida ao mecanismo que impulsiona a maioria desses tumores.

A aprovação do FDA

A agência norte-americana aprovou o daraxonrasibe em 26 de agosto de 2026. O texto da indicação autorizada abrange pacientes adultos com adenocarcinoma pancreático metastático que tenham recebido ao menos uma terapia sistêmica prévia ou que não sejam candidatos a terapia sistêmica com múltiplos agentes.

A revisão contou com designação de terapia inovadora e de medicamento órfão. O processo foi conduzido pelo programa de revisão oncológica em tempo real do FDA e integrou o programa-piloto de vouchers de prioridade nacional do comissário, o que levou à decisão cerca de seis meses e meio antes da data-alvo prevista. A decisão foi sustentada pelos desfechos de sobrevida do estudo de fase 3.

O estudo RASolute 302

O RASolute 302, registrado sob o identificador NCT06625320, é um estudo de fase 3 internacional, aberto e randomizado, patrocinado pela Revolution Medicines e iniciado em 16 de outubro de 2024. Foram randomizados 500 pacientes com adenocarcinoma ductal pancreático metastático previamente tratado: 248 receberam daraxonrasibe e 252 receberam a quimioterapia escolhida pelo investigador. Entre os participantes, 91,8% tinham mutações RAS G12. Os centros participantes ficam nos Estados Unidos, Porto Rico, França, Alemanha, Itália, Espanha e Japão.

Os dois desfechos primários foram sobrevida global e sobrevida livre de progressão na subpopulação com mutações RAS G12. Os mesmos desfechos na população geral — que incluiu pacientes com mutações G12, G13 ou Q61 e pacientes sem mutação RAS identificada — figuraram entre os desfechos secundários principais.

Resultados de eficácia

Desfecho Daraxonrasibe Quimioterapia Razão de risco
Sobrevida global — população RAS G12 13,2 meses 6,6 meses 0,40
Sobrevida global — população geral 13,2 meses 6,7 meses 0,40 (IC 95% 0,30–0,53)
Sobrevida livre de progressão — RAS G12 7,3 meses 3,5 meses 0,45
Sobrevida livre de progressão — população geral 7,2 meses 3,6 meses 0,49 (IC 95% 0,38–0,64)

Todas as comparações acima atingiram significância estatística, com valor de p inferior a 0,001. A taxa de resposta objetiva relatada pelo FDA foi de 30% no braço do daraxonrasibe contra 11% no braço de quimioterapia.

Os resultados foram publicados por O’Reilly e colaboradores no New England Journal of Medicine, com divulgação on-line em 31 de maio de 2026 e publicação na edição de 23 de julho de 2026.

Posologia e administração

As informações abaixo reproduzem a bula aprovada pelo FDA e não substituem a prescrição individualizada.

  • Dose recomendada: 300 mg por via oral, uma vez ao dia, até progressão da doença ou toxicidade inaceitável.
  • Apresentação: comprimidos de 100 mg e de 150 mg.
  • Administração: tomar sempre no mesmo horário, com ou sem alimentos. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros, sem mastigar, triturar ou partir.
  • Dose esquecida: se o atraso ultrapassar quatro horas, a dose deve ser pulada e a seguinte tomada no horário habitual.
  • Vômito após a tomada: não repor a dose; retomar no horário programado seguinte.
  • Reduções por toxicidade: primeira redução para 200 mg uma vez ao dia; segunda redução para 150 mg uma vez ao dia.

Segurança e advertências

A bula lista como advertências e precauções: toxicidade dermatológica e de tecidos moles; estomatite e outros distúrbios orais; diarreia; perfuração gastrointestinal; doença pulmonar intersticial e pneumonite; e toxicidade embriofetal.

As reações adversas mais frequentes, com incidência igual ou superior a 20%, foram exantema (87%), diarreia (67%), estomatite (56%), náusea (52%), fadiga (47%), vômito (42%), dor abdominal (27%), edema (25%), redução do apetite (24%) e hemorragia (22%). Entre os eventos de grau 3 ou superior, o comunicado do fabricante registrou toxicidade dermatológica em 10%, estomatite em 9% e diarreia em 6%.

No estudo de fase 3, eventos adversos surgidos após o início do tratamento ocorreram em todos os pacientes do braço do daraxonrasibe e em 97,7% dos pacientes do braço de quimioterapia. A incidência de eventos de grau 3 ou superior foi de 61,8% com daraxonrasibe e de 69,6% com quimioterapia.

Quanto ao uso em populações específicas, a bula informa que o medicamento pode causar dano fetal quando administrado a gestantes. Recomenda-se contracepção eficaz durante o tratamento e por uma semana após a última dose, tanto para mulheres com potencial de engravidar quanto para homens com parceiras nessa condição, e a amamentação deve ser evitada durante o tratamento e por uma semana após a última dose.

Interações medicamentosas

A bula traz ajustes específicos quando há uso concomitante de moduladores da enzima CYP3A:

  • Inibidores potentes de CYP3A que também inibem a glicoproteína P: uso concomitante deve ser evitado.
  • Inibidores potentes de CYP3A sem inibição da glicoproteína P: reduzir a dose para 150 mg uma vez ao dia.
  • Inibidores moderados de CYP3A com inibição da glicoproteína P: reduzir para 100 mg uma vez ao dia.
  • Inibidores moderados de CYP3A sem inibição da glicoproteína P: reduzir para 200 mg uma vez ao dia.
  • Indutores potentes ou moderados de CYP3A: uso concomitante deve ser evitado; quando inevitável, a bula prevê aumento da dose para 400 mg uma vez ao dia.
  • Substratos da glicoproteína P: administrar com intervalo de pelo menos quatro horas em relação ao daraxonrasibe.

Situação regulatória e como funciona o acesso

Nos Estados Unidos, o Rasonque está aprovado e disponível sob prescrição desde agosto de 2026. Na União Europeia, o comitê de medicamentos de uso humano da Agência Europeia de Medicamentos iniciou a avaliação por etapas, e o daraxonrasibe já havia recebido designação de medicamento órfão para câncer de pâncreas — designação não é aprovação, e não há autorização de comercialização concedida até esta publicação.

No Brasil, a consulta ao banco de medicamentos registrados da ANVISA realizada em 14 de setembro de 2026 não retornou registro para daraxonrasibe nem para Rasonque. Sem registro, o medicamento não é comercializado em farmácias, drogarias ou distribuidoras nacionais, e o caminho legal disponível é a importação para uso próprio, com prescrição médica e processo formal em nome do paciente, ou a via judicial.

Como funciona a importação

O processo de importação de um medicamento sem registro no Brasil começa e termina no paciente: a documentação corre em nome dele e tem origem na prescrição do médico assistente. O processo de importação de medicamentos segue etapas padronizadas, com prazos que variam conforme o país de origem, o fornecedor internacional, a modalidade de despacho e a eventual necessidade de anuência.

Prazos médios por origem

  • Estados Unidos: cerca de 10 dias.
  • Canadá: cerca de 17 dias.
  • Europa: cerca de 16 dias úteis.
  • Ásia: cerca de 16 dias úteis.

Como o daraxonrasibe só tem aprovação nos Estados Unidos, a origem prevista para o produto é o mercado norte-americano. Esses prazos são médias operacionais e não constituem promessa aplicável a um caso individual: a confirmação de disponibilidade e de prazo é sempre feita pelo time de compras, caso a caso.

Modalidades e documentação

A maior parte das importações de medicamentos para uso próprio segue por remessa expressa, o chamado courier. A Declaração Simplificada de Importação vem sendo substituída pela Declaração Única de Importação, o novo modelo do Siscomex que unifica documentos e permite que as anuências corram em paralelo.

A cadeia documental típica é: Proforma Invoice, seguida da Commercial Invoice, do Packing List, do conhecimento aéreo e, por fim, da declaração de importação aplicável. A formação do preço final combina o valor cobrado pelo fornecedor internacional, o câmbio do dia, os impostos e taxas alfandegárias e o frete.

Acesso por via judicial

Quando o medicamento não tem registro na ANVISA, parte dos pacientes recorre ao Judiciário para obter o custeio do tratamento junto ao poder público ou ao plano de saúde. Esse caminho costuma exigir relatório médico circunstanciado, justificativa da indicação, demonstração da ausência de alternativa registrada no país e orçamentos de fornecedores. A importação, quando autorizada, continua correndo em nome do paciente e a partir da prescrição.

Esta seção tem caráter informativo. A avaliação da viabilidade de uma ação, dos documentos exigidos e da estratégia processual depende de orientação médica e jurídica individualizada, e não há como antecipar o resultado de um pedido.

O que vem a seguir no desenvolvimento

A aprovação em câncer de pâncreas de segunda linha é o primeiro passo de um programa mais amplo. Os estudos em andamento registrados no ClinicalTrials.gov incluem:

  • NCT07491445 — estudo de fase 3 com daraxonrasibe isolado e em combinação com gencitabina e nab-paclitaxel como tratamento de primeira linha no adenocarcinoma pancreático metastático, com 900 participantes previstos.
  • NCT06881784 (RASolve 301) — estudo de fase 3 em câncer de pulmão de células não pequenas com mutação de RAS, com 590 participantes previstos.
  • NCT07793253 — estudo de fase 2 em câncer de vias biliares recidivado com mutação de KRAS, com 55 participantes previstos.
  • NCT06128551 — estudo de fase 1/2 do elironrasibe e do daraxonrasibe em monoterapia e em combinação, com 534 participantes previstos.

Em câncer de pulmão, os dados do estudo conduzido em pacientes com tumores de células não pequenas e mutação de RAS já previamente tratados foram publicados por Arbour e colaboradores no New England Journal of Medicine em 3 de setembro de 2026. Em paralelo, um trabalho publicado na Nature Medicine em agosto de 2026 mapeou mecanismos de resistência adquirida ao daraxonrasibe e apontou combinações racionais para contorná-los — tema que deve orientar a próxima geração de estudos.

Perguntas frequentes

O daraxonrasibe está disponível no Brasil?

Não. A consulta ao banco de medicamentos da ANVISA em 14 de setembro de 2026 não retornou registro para daraxonrasibe nem para Rasonque. O medicamento não é vendido em farmácias, drogarias ou distribuidoras no país.

Qual é o nome comercial?

Rasonque, aprovado nos Estados Unidos. Durante o desenvolvimento, o composto era identificado pelo código RMC-6236.

Para quem a aprovação vale?

Para adultos com adenocarcinoma pancreático metastático que já receberam ao menos uma terapia sistêmica prévia ou que não são candidatos a terapia sistêmica com múltiplos agentes. Quem define a indicação em cada caso é o médico assistente.

Ele cura o câncer de pâncreas?

Não. O estudo de fase 3 mostrou aumento da sobrevida global e da sobrevida livre de progressão em comparação com a quimioterapia, não cura da doença.

Serve para outros tipos de câncer?

A aprovação atual do FDA cobre apenas o adenocarcinoma pancreático metastático. Estudos em câncer de pulmão, vias biliares e outros tumores com mutação de RAS estão em andamento e ainda não geraram aprovação.

É preciso ter mutação RAS confirmada para usar?

O texto da indicação aprovada não exige teste de mutação. O estudo incluiu pacientes com mutações RAS G12, G13 e Q61 e também pacientes sem mutação RAS identificada, e o benefício na população geral foi consistente com o observado na população com mutação G12.

É possível conseguir pela justiça?

Por não ter registro na ANVISA, o daraxonrasibe é um dos medicamentos discutidos por via judicial quando há indicação médica e ausência de alternativa registrada. A análise depende de orientação jurídica individualizada e o resultado não pode ser antecipado.

Quanto tempo leva a importação?

O prazo médio para importações com origem nos Estados Unidos é de cerca de 10 dias, variando conforme fornecedor, modalidade de despacho e eventual necessidade de anuência. A confirmação de prazo é feita caso a caso pelo time de compras.

Conclusão

O daraxonrasibe é a primeira terapia dirigida à RAS de forma ampla a chegar ao câncer de pâncreas metastático, com ganho de sobrevida relevante em um cenário que praticamente não tinha alternativas depois da primeira linha. A contrapartida é um perfil de toxicidade exigente, com exantema, diarreia e estomatite em grande parte dos pacientes, e a limitação geográfica: por ora, só há aprovação nos Estados Unidos.

Para o paciente brasileiro, isso significa que o acesso passa por importação para uso próprio ou pela via judicial, sempre com prescrição médica e processo formal em nome do paciente. A decisão sobre iniciar ou não o tratamento é clínica e cabe ao médico assistente, considerando o estado geral, as terapias já recebidas e os riscos descritos na bula.

Fontes

  1. FDA — Aprovação do daraxonrasibe para adenocarcinoma pancreático metastático, 26 de agosto de 2026: indicação, resultados do RASolute 302, taxa de resposta objetiva, posologia de 300 mg uma vez ao dia, designações de terapia inovadora e medicamento órfão, revisão oncológica em tempo real e programa de voucher de prioridade nacional.
  2. Bula aprovada pelo FDA — Rasonque (daraxonrasibe), Revolution Medicines: indicação, posologia e administração, apresentações de 100 mg e 150 mg, reduções de dose, advertências e precauções, reações adversas, interações com CYP3A e glicoproteína P, uso em populações específicas e mecanismo de ação.
  3. O’Reilly EM, Wainberg ZA, Hendifar AE, et al. — resultados do estudo de fase 3 RASolute 302, comparando daraxonrasibe e quimioterapia no câncer de pâncreas metastático previamente tratado. New England Journal of Medicine, 23 de julho de 2026; volume 395, número 4, páginas 325 a 337. Divulgação on-line em 31 de maio de 2026. PMID 42223072.
  4. ClinicalTrials.gov — NCT06625320 (RASolute 302): estudo de fase 3 internacional, aberto e randomizado, patrocinado pela Revolution Medicines, com 500 participantes, início em 16 de outubro de 2024, desfechos primários de sobrevida global e sobrevida livre de progressão na população com mutação RAS G12.
  5. Revolution Medicines — comunicado sobre a aprovação do FDA, 26 de agosto de 2026: descrição do mecanismo multisseletivo do estado ativo da RAS, incidência anual e prognóstico do adenocarcinoma ductal pancreático nos Estados Unidos, reações adversas de grau 3 ou superior e situação da avaliação por etapas no comitê de medicamentos de uso humano da EMA.
  6. Arbour KC, Punekar S, Luo J, et al. — daraxonrasibe no câncer de pulmão de células não pequenas com mutação de RAS previamente tratado. New England Journal of Medicine, 3 de setembro de 2026; volume 395, número 9, páginas 882 a 893. PMID 42685317.
  7. Aronchik I, et al. Nature Medicine, agosto de 2026; volume 32, número 8, páginas 2865 a 2877 — estudo sobre resistência adquirida ao daraxonrasibe e estratégias de combinação. PMID 42581230.
  8. ClinicalTrials.gov — NCT07491445 (fase 3, primeira linha em adenocarcinoma pancreático metastático, 900 participantes), NCT06881784 (RASolve 301, fase 3 em câncer de pulmão de células não pequenas com mutação de RAS, 590 participantes), NCT07793253 (fase 2 em câncer de vias biliares com mutação de KRAS, 55 participantes) e NCT06128551 (fase 1/2 de elironrasibe e daraxonrasibe, 534 participantes).
  9. ANVISA — Consulta ao banco de medicamentos registrados, realizada em 14 de setembro de 2026: nenhum registro encontrado para daraxonrasibe ou Rasonque.

Sobre a Medicsupply

Medicsupply é uma empresa brasileira especializada em assessoria para importação de medicamentos, equipamentos e produtos médico-hospitalares, com mais de 34 anos de atuação no mercado. Este conteúdo tem finalidade informativa e não substitui a avaliação de um profissional de saúde.

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Luis Ventura

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